Sexta-feira, Novembro 20, 2009
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Roubado...
This next song was sung by Billy Holiday, called Gloomy Sunday. When she first recorded on the radio there was a protest from the record company because it was too pessimistic and depressing, therefore they had her change the ending to make it more optimistic and hopeful. And in that moment was born the first pop music. I don’t do it that way, of course.
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
A precaridade dos sonhos, a dureza da realidade.
O tempo tem passado sorrateiro entre os meus dias e as minhas noites. As semanas parecem unidades indivisíveis de tempo que passam a correr. Os dias estão todos pegados num contínuo de trabalho que não cessa (e que me agrada). Gosto de trabalhar. Pior! Gosto de trabalhar naquilo em que trabalho e no sitio onde trabalho...pior! arrisco a um dia destes não me apetecer sair daqui...e todos já sabemos como é que isso termina...no "olho da rua"
Viver e planear a vida em solavancos de 6 meses é andar sempre à espera de cair um trambolhão. Ando com medo e esperança de fazer carreira na ciência, o que na verdade equivale a entrar para uma ordem de frades franciscanos e fazer voto de pobreza! Mas mesmo assim, mesmo sabendo que nunca vou tirar o pé da poça da eterna precaridade, sinto-me tentada a arriscar...
Sei o quanto doi olhar para trás e ver que não fizemos nada que nos desse prazer, ou melhor, já vi esse olhar nos olhos de seres humanos fantásticos, quando chega a hora de terminar a viagem da vida e muito sinceramente não quero partilhar com eles essa sensação.
Quero ser feliz, mesmo que isso signifique que nunca vou ter um GRANDE ordenado...
Mas e se tudo isto acabar daqui a uns meses (faltam 4 meses para terminar os próximos 6meses, quiça os últimos da minha carreira ciêntifica).
Sem dinheiro não vivo, mas parada é que não fico. Se tiver que ser, lá vou parar com os costados no banco de um callcenter...afinal já não era a primeira vez e até era boa naquilo. E depois fora de horas conto em manter o sonho vivo nas cadeiras das salas da FCUL nas longas horas do mestrado pós-laboral.
Viver e planear a vida em solavancos de 6 meses é andar sempre à espera de cair um trambolhão. Ando com medo e esperança de fazer carreira na ciência, o que na verdade equivale a entrar para uma ordem de frades franciscanos e fazer voto de pobreza! Mas mesmo assim, mesmo sabendo que nunca vou tirar o pé da poça da eterna precaridade, sinto-me tentada a arriscar...
Sei o quanto doi olhar para trás e ver que não fizemos nada que nos desse prazer, ou melhor, já vi esse olhar nos olhos de seres humanos fantásticos, quando chega a hora de terminar a viagem da vida e muito sinceramente não quero partilhar com eles essa sensação.
Quero ser feliz, mesmo que isso signifique que nunca vou ter um GRANDE ordenado...
Mas e se tudo isto acabar daqui a uns meses (faltam 4 meses para terminar os próximos 6meses, quiça os últimos da minha carreira ciêntifica).
Sem dinheiro não vivo, mas parada é que não fico. Se tiver que ser, lá vou parar com os costados no banco de um callcenter...afinal já não era a primeira vez e até era boa naquilo. E depois fora de horas conto em manter o sonho vivo nas cadeiras das salas da FCUL nas longas horas do mestrado pós-laboral.
Sábado, Setembro 19, 2009
Rafa
O meu telemóvel toca, pousado sobre a secretária de outra pessoa. Saio do laboratório e atendo...
-Sim...
Do outro lado uma voz familiar que funga entre lágrimas mal escondidas. O meu coração pára no peito. Havia tempo que não parava assim. Ás vezes acho que é desta...
-O Rafinha morreu...- diz-me ela entre lágrimas sentidas- era a minha companhia...-aquele que estava sempre disposto a dar-nos atenção em troca de nada.
Um brinde a quase 10 anos de vida de um rafeiro amoroso e simpático.
Rafa, o cão.
Quarta-feira, Setembro 02, 2009
Terça-feira, Setembro 01, 2009
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
Casa
Onde moras?
Não sei...
Como assim?
Não sei. Não moro em lado nenhum...ando sempre a viver "de dentro de uma mala".
Mas onde moras? O que respondes quando te perguntam a morada?
Bom...dou a morada de casa da minha mãe...mas já não moro lá...mas tenho lá a minha mãe e os meus livros.
Mas onde te sentes em casa?
Em lado nenhum, apenas nos braços das pessoas que amo e nas folhas dos meus livros...
Não sei...
Como assim?
Não sei. Não moro em lado nenhum...ando sempre a viver "de dentro de uma mala".
Mas onde moras? O que respondes quando te perguntam a morada?
Bom...dou a morada de casa da minha mãe...mas já não moro lá...mas tenho lá a minha mãe e os meus livros.
Mas onde te sentes em casa?
Em lado nenhum, apenas nos braços das pessoas que amo e nas folhas dos meus livros...
Quarta-feira, Agosto 19, 2009
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